Quem somos

Os Trilhos Rurais reunem experiências que o vão colocar em contacto com a Natureza e a História das regiões do Entre Douro e Paiva e do Baixo Tâmega.
Esta região oferece, a quem a visita, paisagens de cortar a respiração e recantos plenos de história e identidade para descobrir.
Queremos levá-lo à aventura e dar-lhe a conhecer aquilo que nos apaixona – calcorrear caminhos por onde, há milhões de anos, ficaram impressas na pedra as marcas do nascimento do planeta Terra e do início da Humanidade e por onde, hoje, a Natureza nos brinda a cada passo.
Percorrer estes caminhos é pisar a História e a Identidade de uma região.

service image

Experiências

Para quem gosta de contacto mais directo com a natureza.

service image

Programas

Programas pré-definidos de um ou meio dia, ou feitos à sua medida. É você quem escolhe.

service image

Transfers

Ajudamos a chegar onde precisa.

Programas

Fazer os nossos programas é conhecer a História e a Identidade de uma região.
[E é fazê-lo com a nossa Maria dos Trilhos, a nossa mascote endiabrada, que promete arrancar sorrisos.]

Experiências

Do BTT às caminhadas, dos passeios de canoa ao rafting, com mais ou menos adrenalina,
as nossas experiências vão deixá-lo rendido à beleza natural da região onde vos levamos.

Onde ir

Donos de uma beleza excecional e de um património com milhões de anos, estes são locais que oferecem, a quem os visita,
paisagens de cortar a respiração e recantos plenos de história e identidade para descobrir.

MONTANHAS MÁGICAS

MONTANHAS MÁGICAS

As Montanhas Mágicas localizam-se no centro/norte de Portugal, entre os rios Douro e Vouga, abrangendo as serras da Freita, Arada e Arestal, pertencentes ao maciço da Gralheira, e a serra do Montemuro, pertencente ao maciço com o mesmo nome. Território de excecionais valores naturais, certificado como destino turístico sustentável desde novembro de 2013, as Montanhas Mágicas englobam quatro sítios da Rede Natura 2000 e um geoparque da UNESCO, pautando-se pela oferta de um modelo turístico responsável e sustentável, focado no ecoturismo, no geoturismo e no turismo ativo. A singularidade dos fenómenos geológicos que aqui ocorrem, a notável biodiversidade que alberga e as particularidades da sua geomorfologia, fazem das Montanhas Mágicas um destino de excelência para a observação e interpretação da natureza e para a realização de inúmeras atividades de desporto e aventura.

Ocupado desde tempos pré-históricos, por todo o território são visíveis vestígios arqueológicos e monumentos que testemunham a sua longa história: enigmáticas gravuras rupestres de arte atlântica, monumentos megalíticos, pontes e vias romanas, mosteiros e templos medievais, santuários e igrejas de toda a feição, aldeias típicas de xisto e granito, minas históricas e muito mais.

AROUCA GEOPARK

AROUCA GEOPARK

Um Geoparque é uma área territorial com limites claramente definidos, que inclui um notável património geológico, associado a uma estratégia de desenvolvimento sustentável

O Arouca Geopark, correspondendo à área administrativa do concelho de Arouca, é reconhecido desde 2009 pela UNESCO pelo seu excecional património geológico de relevância internacional.

Dos 41 geossítios inventariados, pela sua singularidade e valor, sob o ponto de vista científico, didático e turístico, têm particular destaque as Pedras Parideiras da Castanheira, as Trilobites Gigantes de Canelas e os Icnofósseis do Vale do Paiva.

Este verdadeiro museu a céu aberto, com uma área de 328km2, é envolvido pelas serras da Freita, Montemuro e Arada e percorrido por vários rios, oferecendo excelentes condições para diversas atividades como canyoning, canoagem, kayaking e escalada. Nos rápidos do rio Paiva, encontramos alguns dos melhores locais em Portugal para a prática de rafting e kayak-rafting.

Para desfrutar em pleno destas paisagens, o Arouca Geopark definiu uma rede de 14 percursos pedestres, 13 dos quais são percursos de pequena rota (PR) e um de grande rota (GR), todos eles devidamente sinalizados, numa perspetiva de valorização e divulgação e promoção deste inestimável património.

CINFÃES: HISTÓRIA E IDENTIDADE

CINFÃES: HISTÓRIA E IDENTIDADE

Cinfães é uma vila portuguesa do distrito de Viseu, região Norte e sub-região do Tâmega, com cerca de 3 mil habitantes. É sede de um município com cerca de 239 km2 de área e 20 mil habitantes, subdividido em 14 freguesias. Cinfães é um território de fundação multisecular, com uma história que chega a atingir 5 milénios de ocupação. Desde os povos pré-celtas, que deixaram monumentos megalíticos, e Romanos, que impuseram civilizações e redes viárias, os povos foram, mais recentemente, evoluindo em acordo com as transformações associadas às ordens da Igreja. Daqui saiu D. Egas Moniz, enquanto senhor de Ribadouro, e por estas terras passou D. Afonso Henriques – 1º Rei de Portugal, que repartiu a infância entre as redondezas. Mais recentemente, as condições de navegabilidade do rio Douro e a importante localização de Porto Antigo, a par da liberalização das produções agropecuárias, vieram trazer cada vez mais senhores ao território e, entre famílias poderosas e bons trabalhadores, nasceu o General Alexandre Serpa Pinto. Daqui, saiu para descobrir e inventariar África e aqui voltou para passar o conhecimento ao Mundo. Com o conjunto de marcas dos tempos, o canal do rio Douro potencia hoje as melhores experiências de chegada. A Serra de Montemuro, espaço de excelência para os bovinos de raça Arouquesa, é hoje um dos locais com maior presença tradicional da ruralidade. O Vale do Bestança, com uma beleza ímpar, exibe ainda uma forma natural repleta de verdes prados, rios e ribeiras, e as mais verdadeiras espécies de biodiversidade, numa envolvente de recantos protegidos à invasão.

Por tudo o que lhe está associado, Cinfães é, como diz o poeta, “a amena região onde em favores os Deuses se esmeram” (J. Saraiva)

AMARANTE, PRINCESA DO TÂMEGA

AMARANTE, PRINCESA DO TÂMEGA

Amarante é uma cidade portuguesa pertencente ao distrito do Porto, região Norte e sub-região do Tâmega, com cerca de 11 mil habitantes. É sede de um município com cerca de 301 km² de área e 56 mil habitantes, subdividido em 26 freguesias.
Tão rica quanto a vontade e tão diversa quanto a sorte, por quantos roteiros definem o concelho de Amarante, tantas podem ser as imagens e os sabores que os visitantes levam no regresso: arquitetura, religião, arte, natureza, gastronomia.
Foi aqui que S. Gonçalo se fixou, que se barraram tropas francesas na sua tentativa de invasão e onde nasceram Amadeo de Souza-Cardoso e Teixeira de Pascoaes, importantes nomes que enalteceram as artes e a literatura no panorama nacional e internacional.
Foi aqui que o barroco e o românico deixaram notáveis monumentos, pontos de paragem obrigatória, por todo o município.
É aqui que o Tâmega, e as suas margens bucólicas, e as Serras do Marão e Aboboreira convidam para atividades ao ar livre, desde os passeios de fruição, a pé ou de barco, passando pelo golfe e até às aventuras mais radicais.

BAIÃO, VIDA NATURAL

BAIÃO, VIDA NATURAL

Baião é uma vila portuguesa no distrito do Porto, região Norte e sub-região do Tâmega e Sousa, com cerca de 3 200 habitantes. É sede de um município com cerca de 174 km² de área e 20 mil habitantes, subdividido em 14 freguesias.

Baião é o concelho com maior percentagem de área verde e floresta em todo o distrito do Porto (63,5%), possuindo, no seu território, recursos naturais de rara beleza, tais como a Serra da Aboboreira, a Serra do Marão, a Serra do Castelo de Matos ou os rios Douro, Teixeira e Ovil. Baião é território de uma das maiores necrópoles megalíticas que se conhecem a nível nacional. Para além do conjunto megalítico composto pelas Serras da Aboboreira e do Castelo de Matos, onde possui o Campo Arqueológico da Serra da Aboboreira (CASA), com mais de cinco mil anos de povoamento ininterrupto, possui algumas espécies faunísticas únicas em toda a Península Ibérica e ainda preserva entre 30 a 40 por cento de algumas espécies animais e vegetais existentes em todo o território português. O Convento de Santo André de Ancede (1113 d.C.), anterior à fundação da nacionalidade portuguesa, cuja influência social e económica durante o período medieval se fazia sentir numa extensão que ia do Porto à Régua, merece também destaque. Foi aqui que o escritor Eça de Queirós se inspirou nas suas gentes, paisagens, usos e costumes locais, numa das suas obras mais conhecidas, “A Cidade e as Serras”, e é graças a ele que a Quinta de Vila Nova, na freguesia de Santa Cruz do Douro, e a estação de comboio de Aregos são, ainda hoje, conhecidas por Casa e Estação de Tormes, respetivamente.

O que fazer

Tudo depende da inspiração. Siga as nossas sugestões. Prometemos que não se arrepende.

Onde estamos

Bem pertinho e no centro da cidade do Porto. Daqui levamo-vos aos sítios mais bonitos.